Mais uma!

Hoje o Coral XI de Agosto se apresentou no Centro Cultural São Paulo, na Vergueiro, e novamente foi show de bola, ainda mais junto com o coral da Unifesp.

Respondendo alguns comentários:

– Olha eu aqui de novo!
– Estou pronto para outras travessuras.
– Me senti muito bem devolvendo a carteira.
– Realmente é complicado deixar o pc de vez em quando.
– Não gosto muito de chuva. Me sinto preso.
– Aprecio muito fazer e conhecer coisas novas.
– O sol… esse sim me conforta.
– O trêm me enjoôu um pouco.
– O museu é relmente lindo. Não sei porque não fui antes.
– Ainda não venci meu medo do trêm.
– Não devolvi a carteira pessoalmente, porque não tinha nem telefone e nem endereço.
– Era sábado por isso estava passeando!

Muito obrigado por todos os comentários!
E como eu disse, ele voltou (o sol) mais forte e belo.

“Lata d’água na cabeça,
Lá vai Maria, lá vai Maria…”

Feliz… Assim seja!

Hoje, se chover, e está chovendo.
Seja feliz com a chuva que molha os campos,
Varre as ruas e limpa a atmosfera.

Se fizer sol (dúvido muito), aproveite o calor.
Se houver flores em seu jardim,
Aproveite o perfume.
Se tudo estiver seco, ou molhado
Aproveite para colocar as mãos na terra,
Plantar sementes e aguardar a floração.

Hoje não arrume desculpas… (saia da frente do pc.)
Seja feliz de qualquer jeito!
Lembre-se de que a única fonte de felicidade
Está dentro de nós e deve ser repartida.

Repartir nossas alegrias é como
Espalhar perfume sobre os outros:
Sempre algumas gotas acabam caindo sobre nós

Sobre o sábado:

Ontem eu andei de trêm (coisa que nunca tinha feito antes), é muito engraçado. E sem dizer que estava com muito medo (pela imagem que é passada na tv), mas não aconteceu nada não, foi até uma viagem tranquila. Até gostei.

Fui também no museu do Ipiranga (antiga casa do Dom Pedro), só fiquei com pena dele, pois o jardim da minha casa é maior que o dele.


Na volta encontrei uma carteira no metrô cheia de cartões de crédito, e tinha até um cartão VR com senha e tudo. Ai sabe o que eu fiz? Devolvi tudo no guiche da estação, e como não confio naqueles muito nas pessoas, peguei o papel que estava a senha, rasguei e joquei no lixo. Nem eu nem ninguém ia ter acesso.

Espero que ela (a carteira) encontre seu dono.

“Mas é claro que o sol vai voltar amanhã
mais uma vez. Eu sei…”Renato Russo