Às vezes… do que vale?

Às vezes se sentia inseguro, com medo de perder tudo aquilo que conquistou.

Às vezes se sentia como uma criança, precisando ser protegida, queria colo, queria abraços.

Às vezes se sentia triste com a forma com que ouvia, se sentia mudo pra não transparecer a ira.

Às vezes se sentia só, quando queria está perto.

Às vezes se sentia perto, quando queria está só.

Às vezes sentia uma saudade que doía.

Mas sempre se sentia amado e amando.
Sentou em sua mesa, pois a escrever:

Do que vale a dor, se o amor cura?
Do que vale a insegurança, se o amor protege?
Do que vale a tristeza, se o amor consola?
Do que vale a raiva, se o amor é paz?
Do que vale a saudade, se o amor une?

“Sei que nada vai entender… mas isso basta.”

“E a gente vai à luta,
e conhece a dor…”

(Lulu Santos)
Upgrade – 03/04/2007
Di, feliz aniversário lindão!

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2 thoughts on “Às vezes… do que vale?

  1. Interpretar não é tarefa fácil. Mas colocar em palavras sentimentos é também um desafio…

    Sinto saudade de alguém verdadeiro. De um alguém autêntico.

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