Por que não antes?

Por que não antes?

E de repente, eis que surge uma criança morta na praia…

Claro, eu estou abalado, e procuro nem ver a foto da criança síria que foi encontrada morta na praia, foto essa que foi espalhada aos quatro cantos da Galáxia. Triste.

Não, não estou insensível a situação, mas quando as mensagens, imagens, informações começam a se repetir em excesso acabamos passando por elas despercebido, sem atenção, e só voltamos à tona quando algo extraordinário acontece.

Foto: Yazan Homsy/Reuters

Foi o que aconteceu, não estávamos nem aí para a guerra civil na Síria, guerra essa que perdura por mais de quatro anos, ou para as questão das imigrações, dos refugiados, claro que nem todos, mas em maioria. E alguns pensamentos como “lá vem esses estrangeiros roubar nossos empregos nesse país que já está mais pra lá do que pra cá…”, com certeza surgiram em nossas cabeças.

Quer entender a Guerra Civil da Síria? Clique AQUI.

E de repente, eis que surge uma criança morta na praia, o pequeno Aylan, tão indefeso. E milhares de compartilhamentos, ilustrações, textos, entre outros surgem em nossas Timelines.

Por que não antes? Antes do pequeno Aylan?

Agora, “somos todos Síria”, e as hashtags rodam informando que o mundo está chocado, e pedindo que que se acolham os refugiados, que tenham piedade, que melhoremos nossos pensamentos, que abramos nossas fronteiras e nossos corações.

Por que não antes?

Mas aconteceu e é hora de pensar, de conversar sobre o assunto, de abrir novas vertentes, coisa e tal…

Foto: Yazan Homsy/Reuters

E por que não falar também dos nossos refugiados? Pessoas que vieram de diversos lugares dentro do nosso próprio país? Que estão marginalizados, jogados na ruas, dormindo ao relento? Antes que aconteça alguma coisa, ou mais algumas coisas como chacinas, mortes, drogas e afins?

Sim, sou a favor da abertura das fronteiras, de todas elas, e que sejam dadas condições para que as pessoas vivam. Que sociedade, governos, entidades um dia possam se unir pela vida e não pelos próprios interesses. Utopia.

E Que não surjam outros Aylan na praias, escadarias, ruas e sarjetas.

Dou-vos um novo mandamento: Amai-vos uns aos outros. Como eu vos tenho amado, assim também vós deveis amar-vos uns aos outros. (Jo 13,34)

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O que vale mais?

O que vale mais?

Acho incrível quando uma pessoa trata uma outra pessoa como uma “não pessoa”. Não sei se você que está lendo, me entendeu direito.

Sabe, quando alguém se refere a outra, não por ela ser uma pessoa, ou por seu caráter, personalidade, enfim, mas sim, pelos seus traços ou condições? Tipo, “é preto, então não presta, é ladrão” ou então, “é gay, é pedófilo, e safado” ou ainda, “ele é católico, ele é evangélico, melhor não se misturar”.

Sei que esta conversa já está batida, mas também já está ultrapassado esse sentimento. Será que isso é mesmo um sentimento?

E eu vejo isso até mesmo dentro da Igreja Católica, instituição essa em que participo e acredito, e falo isso por conhecimento, algumas pessoas são tratadas como escória do mundo por causa das suas condições, e outras, mesmo com a reputação comprometida (traição, roubo, blasfêmia entre outros.), são louvadas e exaltadas, pois tem um “bom nome”, ou por aquilo que possuem.

Estou falando demais? O que vale?

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Meu medo de cachorro

Meu medo de cachorro

Pra falar a verdade, não é assim um medo, chega a ser um pavor. E eu vou contar aqui como isso começou.

Não lembro desta história, quem contou foi minha mãe. Eu tinha 2 anos, já andava e corria pra todo lado como uma criança desta idade costuma fazer. Meu pai precisava arrumar algo no carro e me levou com ele até uma oficina.

Enquanto eles conversavam (meu pai e o mecânico), diz a história que fiquei andando por ali, e encontrei uma cadela que tinha acabado de ter filhotes, como curioso que sou até hoje, fui mexer nos cachorrinhos.

E adivinha o que aconteceu? A cadela mordeu meu rosto.

De verdade, eu não lembro de nada disso. A única coisa que sei, é que quando vejo um cachorro, eu não consigo nem explicar o que eu sinto. Salvo algumas exceções é claro (cachorros bonzinhos dos amigos).

Não, eu não tenho ódio dos bichinhos, e até penso em ter um algum dia, talvez, bem distante.

O meu problema é com os dogs que encontro pela rua, ou os que me surpreende. E esse tipo de cachorro costuma ser malvado, eles sabem que eu tenho medo, e utilizam dessa fraqueza para serem superiores… rs.

Você tem algum medo? Diz ai.

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Eu não sou ninguém demais

Eu não sou ninguém demais

Talvez assim, eu não seja uma pessoa tão fácil de lidar, quem está perto, convivendo comigo que o diga. Mas… só um pouquinho vai.

Fico entediado e emburrado por qualquer coisa. Tá, nem tudo. Mas na maioria das vezes, é porque sou deixado de lado, em segundo plano, passado para trás, ou quando dizem que eu falei algo que eu não disse (entenderam?). E essas coisas me deixam irritado. Muito irritado.

Mas não tenha medo de chegar perto, de tentar ser meu amigo. Algumas pessoas nasceram, e vivem na Terra para me irritar, outras fazem isso de vez em quando, essas, depois de uma conversa, um passeio, ou um Chopp, tudo volta ao normal, mas a maioria, por enquanto, são pessoas que irão ser felizes ao meu lado.

No mais, sou um cara legal.

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Meu desabafo

Assistindo, ouvindo e lendo sobre esses assuntos: a ideologia de gênero, união homo afetiva, homofobia e tantos mais, decidi escrever este texto.

Também não sou a favor de imposições. As características de cada um devem se formar naturalmente. Essa é a minha opinião. E eu não acho certo, e também não acredito que nas escolas, assim espero, alguém irá dizer “Todos agora devem ser gays” ou mesmo “Aqui nesta sala não tem homem nem mulher”.

Mas acho que mostrar e informar que existem diversidades, que existem vários tipos de famílias não é errado. Afinal, falar sobre famílias que se separam, das novas famílias com novas construções heterossexuais pode. E explicar que uma família pode ter dois pais ou duas mães não pode?

Você pode proteger seu filho de tudo o que acha errado e mesmo assim ele pode se transformar em um traficante, ou mesmo em um dependente químico, sem que ele tenha assistido algum filme sobre o assunto. Não é verdade? Ou ele pode passar a vida inteira assistindo filmes de gangs, lutas, crime, tráfico e ser uma pessoa boa, íntegra, de bom coração.

New York, SXC.hu

Então, não adianta, se seu filho for homossexual, você pode desligar ou trocar a TV de canal, se alguma cena aparecer, pode protegê-lo das notícias sobe o assunto, pode esconder tudo o que conseguir, pode até bater (o que é errado) se desconfiar de algo entre outras coisas. Nada disso vai fazer efeito.

Vou contar um segredo pra você. Dizem que tem cura, mas não tem, o que existe é uma encubação dos sentimentos, da condição.

E o que pode acontecer com essa sua rigidez, fobia, ou sei lá como podemos chamar isso, é seu filho crescer e se tornar um adulto frustrado, que pode até namorar garotas, ter relações sexuais com elas, casar, ter filho e tudo mais, e não ser uma pessoa feliz. Mas o importante é a sua felicidade egoísta, não é mesmo? Isso vai te fazer feliz, e é o que importa.

Estou lendo o livro “Extraordinário” de R.J. Palacio, que conta a história de Auggie, um garoto que nasceu com uma deformidade em seu rosto, e tem que enfrentar a maldade das crianças de sua escola. Em um dos diálogos com sua mãe ela diz:

“Sempre haverá idiotas no mundo, Auggie. Mas seu pai e eu acreditamos, de verdade, que há mais pessoas boas que más na Terra, e que as pessoas boas olham umas pelas outras, cuidam umas das outras.”

As pessoas se esquecem que o que importa é o caráter, o que a pessoa tem por dentro. Não suas preferências, gostos e aparência. Mas eu, assim como a mãe do Auggie, acredito que as pessoas boas, tolerantes, que amam umas às outras superam todas as outras.

Ciclo do ódio, Capinaremos

Agora falando de amor. Você realmente acha que Deus ama algumas pessoas e outras não? Deus ama a todos, pois Ele é amor, e pede para que amemo-nos uns aos outros. Então, você pode ser o maior puritano de todos, o mais limpo, o mais casto. Se você não ama seu irmão, não ajuda aos pequenos, não tem um coração bom… Olha, só lamento.

Sou cristão, tenho caráter, trabalho, pago minhas contas no dia certo, tenho uma linda família, tenho amigos, os melhores por sinal, tenho um amor, sou amado e sou bem resolvido com a minha vida. Acredito piamente que Deus ama cada um com um amor incondicional e que o que vale são os nossos atos com as pessoas, e não a nossa condição, essa dada por Ele.

E é dessa forma que eu vivo e rezo todos os dias. Pedindo perdão pela forma que não amei meu irmão, por como tratei alguém, e pedindo força pra que ame como Ele nos ama.

Afinal o que importa é o amor, e Deus é amor em ato.

Viciados em Mídias Sociais.

redes_sociais
Minha amiga Keila (Nova blogueira. Confira!) escreveu em seu blog um artigo que saiu no Guia do Estudante sobre as redes sociais, no texto consta que de acordo com o Ibope, o Brasil é campeão mundial no uso de redes sociais (mais de 85% dos internautas brasileiros acessam).

E isso nos leva a um questionamento: “Mas de que forma isso pode afetar negativamente seus estudos ou te ajudar?”

No site também há um quiz onde você pode analisar qual seu “grau” de vício dentro da rede. Eu fiz o teste e o meu resultado foi que uso as redes com moderação.
“Você parece entender bem as novidades digitais que surgem nas redes sociais e sabe usar com bastante equilíbrio a internet para se distrair quando os estudos terminam. Continue nesse caminho para aproveitar as facilidades da web e não se distanciar do desafio que tem pela frente: vestibular com concentração e dedicação.”
Quer saber se você é um viciado? Então clique aqui e faça o teste.

E procurando um pouco mais sobre o assunto na net, me deparei com esse vídeo publicitário no YouTube da nova série Vaio W de netbooks da Sony. O vídeo gira em torno da A. V. M. S. que é a Associação dos Viciados em Mídia Social. Uma espécie de Alcoólicos Anônimos para as pessoas que são viciadas em Orkut, Twitter, Blogs, Flickr e afins.

Veja:

Sou patriota, Brasil meu país!

bandeira
Na última terça-feira (15/06) o Brasil entrou em campo, e junto milhares de técnicos se sentaram na frente da TV pra assistir, torcer, e dar os seus pitacos no jogo.

O povo gritava a cada lance. Frio na barriga, ansiedade, desespero, esse é o povo brasileiro, que ama seu país, mesmo com todas as dificuldades, desigualdades, descasos. É um povo que sempre acredita que um dia tudo vai melhorar.

Nessa hora, esse povo quer demonstrar que é realmente brasileiro, e não como uns e outros dizem por ai: “Brasileiro só e patriota de quatro em quatro anos.” Infelizmente temos algumas coisas que não nos orgulhamos. Não temos uma educação digna, não temos saúde para todos, moradia, e etc.. Mas somos um país de pessoas guerreiras, um país que sonha. Afinal, foi neste país que conseguimos o que temos, que formamos nosso caráter, conquistamos amigos e muitos mais. É neste país que rimos, choramos, sofremos e nos aliviamos. É aqui que temos a nossa vida.

E por isso eu digo: – Eu te amo Brasil! E quem não gosta? Existe um mundo inteiro esperando por você.
A copa do mundo está ai, e o Brasil está nela, e se for essa uma das formas de expressar meu patriotismo, é assim que será.

Patriotismo é o sentimento de amor e devoção à pátria, aos seus símbolos (bandeira, hino, brasão). Através de atitudes de devoção para com a sua pátria, pode-se identificar um patriota. (…) ser patriota implica em fazer algo de bom pelo seu país, ou nação.

Há diferentes tipos de patriotismo, e diferentes pessoas que são patriotas, diferentes maneiras de mostrar como são devotos ao seu lugar de origem:

Patriotismo nos desportos: há grande parte da população que tem orgulho de sua pátria quando ela está representada por atletas em competição;

Patriotismo na Cultura: cantores, compositores e poetas, que são famosos no mundo inteiro, espalham o encanto do país em que vivem. E não negam suas raízes;

Patriotismo na Guerra: pessoas que se oferecem ou são rigorosamente selecionadas para defenderem seu país em uma guerra.

“Isso aqui, é um pouquinho de Brasil,
Deste Brasil que canta e é feliz…”

(Ary Barroso)

Alice no País das Maravilhas!

alice
Vou iniciar este texto não falando do filme, mas dos acontecimentos que ocorreram até o momento em que o filme foi projetado na tela. Chegamos na rede UCI de cinema do Shopping Anália Franco as 22h40 para comprar o ingresso para o filme com sessão às 00h00, haviam umas 10 pessoas aguardando na bilheteria,

 mas os atendentes conseguiram demorar cerca de 30 minutos para atender essas pessoas, compramos nosso ingressos e fomos procurar algo para comer, dessa vez o erro foi nosso, pois pelo horário, não encontramos nenhum restaurante da praça de alimentação aberto, a não ser o McDonalds, mas quando o atendente viu que estávamos nos aproximando do caixa, veio em nossa direção, colocou uma faixa na frente, olhou para a nossa cara  e disse: “Moço, tá fechado!”

Voltamos para o cinema, e sem mais nem menos parecia que todas as pessoas do mundo optaram em assistir o filme, uma enorme fila havia se formado, e como a fila estava enorme, resolvemos comprar a pipoca e o refrigerante antes, depois de algum tempo esperando para sermos atendidos, e quando faltava somente três pessoas para fazer o pedido, a atendente simplesmente começou a ignorar as pessoas e foi fazer outras coisas, todos começaram a reclamar, e eu perguntei o que havia acontecido, então, ela informou que a maquina registradora estava travada, e que era pra gente (todas as pessoas da fila) pegar a fila no outro caixa. Imagina a confusão que isso gerou. Algumas pessoas saíram da fila (inclusive eu), outras bateram boca. De repente a gerente chega e com apena um toque, faz a maquina voltar a funcionar. Voltamos e conversamos com a gerente daquele caixa, e ela fez com que a atendente (que não gostou muito da ideia) anotasse nosso pedido primeiro, o bom foi que as outras pessoas da fila não reclamaram.
De volta a fila do cinema, 00h00, 00h10, 00h15 e nada de abrirem as portas da sala, finalmente as 00h25 as portas foram abertas e enfim poderíamos assistir Alice, com os óculos 3D nas mão, só encontramos lugares na terceira fileira, perto, muito perto, mas valeu a pena, Tim Burton é fenomenal e a atuação de Johnny Depp foi fantástica e eu recomendo.
Não foi uma “Maravilha” assistir o filme no UCI Anália Franco, foi uma história de filas e atendentes e neste “País” as pessoas ainda têm muito o que aprender em relação a atendimento. Pra quem gosta de fila, fica a dica.

TIM, viver sem fronteiras?

logo_tim

Estou novamente com problemas com a operadora TIM. Uma vez por ano eles oferecem um desconto/oferta  em aparelhos, para que os clientes e eu sou um desses clientes.

Em abril de 2009 chegou na minha casa um Sony Ericsson K850, depois de quase dois meses de negociações, mas valeu a pena, paguei um preço muito bom pelo aparelho que é excelente. Neste ano estou querendo um Smartphone, pode ser o Samsung Omnia Pro, ou o LG [email protected] GW550, e ontem em conversa com a atendente ela me ofereceu o aparelho da LG por 12 vezes de R$ 14,08, mas como sou muito lerdo, ou atento demais, disse a atendente que iria pensar e retornaria a ligação, e, esse foi o meu problema.
Retornei a ligação uma hora mais tarde, e para a minha supressa, o desconto já não existia mais, e eles queria me oferecer o aparelho por 12 vezes de R$ 55,00, quase o peço do aparelho se comprado pelo Mercado Livre. Estou aqui lutando para que o desconto concedido na primeira ligação seja honrado, e até agora nada.
Uma atendente, em um outro dia, falou que se for necessário, eu posso pedir cópias da gravação das conversas, e hoje quando fiz esse pedido a atendente se assustou e me disse que não era necessário que eu pedisse, que ela iria fazer tudo o que fosse necessário para tentar aumentar meu desconto.
Palavra dita não se pode voltar atrás, e espero que eles pensem como eu.
Tim, viver sem fronteiras?

A Paixão!

paixão

Sei que posso estar atrasado com esse post, mas as últimas semanas foram tão corridas, que me faltou o tempo, e estou aqui agora para compartilhar minha Semana Santa e Páscoa.


Fiquei muito feliz quando me ofereceram a coordenação e direção da peça da paixão, e fiquei mais feliz ainda com o resultado e com o empenho que cada uma das pessoas dispuseram do seu tempo nos ensaios, e fizeram da apresentação uma das melhores apresentadas até hoje.

Algumas fotos:

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Obrigado a todos!