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Primeiros dias!

Aqueles instantes foram como a eternidade, segundos parados no tempo. Ele se sentiu constrangido e ao mesmo tempo enraivecido, lutou contra aquele sentimento, mas não adiantou. “-Por que isso aconteceu?” – Se perguntou – Ainda assim, por uma coisa tão insignificante?
Em seu constrangimento só consegui dar uma resposta:
-Tudo bem… desculpa… não falo mais nada.
Sentou-se e procurou consolo nos outros olhos e não encontrou, parecia que eles não haviam reparado no que aconteceu, e não consegui mais encara-la de frente.
Ficou ali, perplexo, desejando que nada daquilo houvesse acontecido, ainda sendo uma besteira tão grande.
Não sabia como seria sua reação daqui pra frente, e tentou não pensar nisso, aos poucos foi voltando ao normal, e logo saiu daquela presença, sentiu-se aliviado, um pouco ainda constrangido, andou e tomou seu caminho de volta. Calmo abriu um livro e começou a ler.

“…acreditar que o mundo é perfeito;
que todas as pessoas são felizes…”
(Renato Russo)

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